QUANDO ESTOU EM DESESPERO
Me reclino,me curvo e me aproximo
Das rezas,orações fervorosas.
Destas que me mostram caminhos, esquinas ,destinos.
Rezas que me aproximam, deste altar DIVINO.
Rezas que são deboches daqueles pobres fantoches.
Benditas rezas, conversas, falas com o SER SUPREMO
Dono ABSOLUTO do meu terreno.
Quando estou em desespero à ELE recorro e gemo...
as lamúrias, injustiças, esquemas.
Me faço pequena, terrena, plena
Aproveito a chance deste olhar SUPREMO
Me aconchego em seus braços, doce abraço...
Eterno PAI, doce zelo.
Então me renovo
Esqueço as provas, supero as mágoas
Me abasteço e sigo em frente...
Aliás, atrás... vem muita gente!
Alguém desmente?
MÁYRA SALETE LEIE